BOMBA ATÔMICA E FORÇA INTERNACIONAL
Tratados Internacionais só funcionam até a segunda página...
O Brasil precisava sim de ter bomba atômica.
Sabe por quê ninguém invade a Coreia do Norte? Porque tem bomba atômica. Sabe por quê Índia e Paquistão ficam igual gato e rato e ninguém invade ninguém? Bomba atômica.
O século XX é a prova que tratados internacionais são provas imperialistas para inferiorização de países já periféricos, vide a Ucrânia sendo cachorra do Leste Europeu, já que não pode se defender, e a Otan não move um dedo para não criar problemas com a Rússia - embargos são iguais querer salgar uma panela grande de arroz com uma colher de chá, salga um pouco, mas continua sem gosto.
Não existe isso de país pacífico. Nós somos fracos, tem nada no país. Tudo nosso é entregue e explorado. Petrobras extrai e não refina, CSN fraca, Empresas públicas mal geridas, luz e água maioria privatizadas, não temos satélite, não temos fábricaa rodoviárias e nem ferrovias. Nosso país é um lixo que resiste no fantasma de uma cultura miscigenada e rica - riqueza grená, do sangue de indígenas e escravos que criaram esse país e foram jogados ao limbo, e relembrados em postagens de instagram, enquanto sua gene prospera nos becos e vielas.
Direito Internacional é sinônimo de Divisão Internacional do Trabalho, na prática: o sul global não pode ter suas defesas, têm de ser tudo advindo dos países centrais; a autonomia é dita pela Europa - o conceito de liberdade é um fruto europeu.
Ter uma bomba atômica não é discurso de ódio, mas uma demonstração de força.
O problema é que quem irá controlá-la ou será um bêbado analfabeto ou um maluco extremista também analfabeto, ou um empresário que quer fazer do Brasil uma Miami pós-apocalíptica.
Estamos largados, jogados às traças. Por isso, prefiro que não tenhamos bombas atômicas: no nosso caso, seria uma fraqueza, pois é capaz de errarem o botão e sermos os responsáveis pela destruição do planeta.

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